O problema
O INPI não faz a busca por você antes de aceitar o pedido. Ele recebe, publica e só depois examina. Se houver colidência, o pedido é indeferido e as taxas não voltam.
Uma busca superficial (só nome exato) passa a falsa sensação de segurança. Marcas foneticamente parecidas ou com grafia diferente também colidem.
O que a busca analisa
Identidade e semelhança
Sinais iguais, parecidos na grafia, no som ou no sentido.
Classes e afinidade
A mesma classe e classes afins que possam gerar confusão.
Situação dos processos
Registros vigentes, pedidos pendentes, arquivados e extintos.
Risco de indeferimento
Termos descritivos, genéricos ou de uso comum no segmento.
O que fazer com o resultado
A busca não é um sim ou não. Ela orienta a estratégia: depositar como está, ajustar o sinal, escolher apresentação mista, mudar a classe ou preparar uma oposição contra pedido conflitante ainda pendente.
Quem pode solicitar
- Quem vai criar ou lançar uma marca
- Quem vai investir em identidade visual ou campanha
- Quem vai comprar ou licenciar uma marca de terceiro
O que precisamos
- Nome ou nomes candidatos
- Atividade e segmento
- Logotipo, se houver
Como funciona
- 01
Levantamento
Pesquisa na base do INPI por identidade, semelhança gráfica e fonética.
- 02
Relatório
Lista dos sinais encontrados, situação de cada um e leitura de risco.
- 03
Recomendação
Estratégia de depósito ou ajuste do sinal.
Perguntas frequentes
A busca garante que o registro vai ser concedido?
Não. Ela reduz o risco e orienta a decisão, mas o exame é do INPI e terceiros podem se opor. Nenhuma busca garante concessão.
Posso fazer a busca sozinho no site do INPI?
Pode. A diferença está na leitura: saber quais semelhanças importam, quais classes são afins e como isso afeta a estratégia.
Qual marca você quer verificar?
Digite o nome e a atividade. A busca é o primeiro passo da análise.